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	<title>DR Urbana: conversas sobre a cidade - Formiga-me</title>
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	<description>por cidades que façam sentido</description>
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		<title>A comunicação não-violenta como ferramenta para conviver na cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carmen Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 20:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[D.R. Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Nalon]]></category>
		<category><![CDATA[CNV]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não-violenta]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito maluco pensar nas grandes cidades como espaços de confinamento de milhões de pessoas diferentes entre si. Lugares em que opiniões, gostos e interesses diversos convergem e, invariavelmente, se confrontam. Quem aí não tem mais de uma história por dia de disputa no espaço urbano? No trânsito, na calçada, na praça, no parque, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito maluco pensar nas grandes cidades como espaços de confinamento de milhões de pessoas diferentes entre si. Lugares em que opiniões, gostos e interesses diversos convergem e, invariavelmente, se confrontam. Quem aí não tem mais de uma história por dia de disputa no espaço urbano? No trânsito, na calçada, na praça, no parque, no trabalho, em casa. Cada um de nós tem uma coleção inesgotável de experiências para contar. A boa notícia é que existe uma ferramenta para lidar com esses conflitos: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=uofE9CnWDYU">a comunicação não-violenta (CNV)</a>.</p>
<p>Já falamos aqui no Formiga-me sobre essa dificuldade de <a href="http://formiga.me/ocupar-e-compartilhar-e-compartilhar-e-dificil/">compartilhar o espaço urbano</a>, porque para isso é preciso ceder. E como é comum a gente não querer ceder!</p>
<h3>Um mundo de donos da verdade</h3>
<p>A Carol Nalon, especialista em CNV, fala com a gente no vídeo abaixo sobre esses dilemas. Ela, que tem um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3qzcPcQjbMI">TEDx falando sobre essa ferramenta</a> (e um <a href="https://institutotie.com.br/mini-curso-gratuito-sobre-comunicacao-nao-violenta/#">mini curso online e gratuito</a>), explica como se comunicar com empatia nos espaços compartilhados. E sugere um exercício: em vez de pensar em como convencer o outro, ou dizer que ele está errado, devemos parar antes para questionar por que será que ele pensa daquela forma. &#8220;O que você acredita não é o que é verdade, e isso é um princípio básico&#8221;, diz. Se não enxergamos isso, segundo ela, já estamos fechados e impondo nossa verdade ao outro.</p>
<p>Na nossa conversa, Carol também fala sobre suas experiências urbanas, passando da comunicação com a síndica do condomínio até o homem que pedia dinheiro no farol. E explica como a CNV pode contribuir para entender limites, reduzir a agressividade e ampliar a harmonia entre as pessoas, na direção de soluções urbanas que atendam a interesses diferentes. &#8220;É muito desafiador. Porque a gente tem nossas vontades, nossas expectativas. Mas como a gente quer que o Brasil seja? Corre o risco de ficarmos sempre só reclamando. Mas o Brasil sou eu, é você&#8221;, provoca Carol. Aperta o play!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mni8jib2QCc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>O antídoto para o medo das ruas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carmen Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[D.R. Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Pontos de vista]]></category>
		<category><![CDATA[agressões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro foi um mês em que as ruas protagonizaram e testemunharam mudanças no país. Teve manifestação do #elenão, do #elesim, teve panfletagem, teve megafone, teve bandeira, teve pixação, teve agressão, teve morte. Levamos para a rua o conflito que borbulhava nas redes sociais. Não é de hoje: desde 2013 tem sido assim. E focados nesse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Outubro foi um mês em que as ruas protagonizaram e testemunharam mudanças no país. Teve manifestação do #elenão, do #elesim, teve panfletagem, teve megafone, teve bandeira, teve pixação, <a href="https://exame.abril.com.br/brasil/apoiadores-de-bolsonaro-realizaram-pelo-menos-50-ataques-em-todo-o-pais/">teve agressão</a>, <a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/justica-acata-denuncia-e-acusado-de-matar-moa-do-katende-vira-reu.shtml">teve morte</a>. Levamos para a rua o conflito que borbulhava nas redes sociais. Não é de hoje: desde 2013 tem sido assim. E focados nesse conflito – com razão, há de se dizer –, não pensamos no porquê da rua. Por que fomos para a rua? E por que temos (e estamos com) medo dela?</p>
<p>Sempre falamos aqui no Formiga-me que o <a href="http://formiga.me/ocupar-e-compartilhar-e-compartilhar-e-dificil/">espaço público é um lugar de conflito</a>. E talvez por isso a gente tenha medo dele: é mais tranquilo ficar na nossa bolha, na nossa zona de conforto, com quem e o que a gente conhece. Na cidade grande, crescemos com medo das ruas. É um lugar onde temos que ceder ao outro, onde nos deparamos com a profunda diferença, onde estamos cercados de tensão e cuidados, onde temos medo de perder.</p>
<h3>Temor que se retroalimenta</h3>
<p>Esse medo não é sem alguma razão, sabemos disso. Ao mesmo tempo, nosso temor se retroalimenta. Quanto mais tememos, pior nos sentimos em um espaço de diferenças. A rua é, portanto, também um antídoto. Por isso, quanto mais nos expusermos às diferenças, ao conflito, mais correremos riscos, sim, mas também mais nos fortaleceremos e nos sentiremos seguros.</p>
<p>Essa segurança é fundamental no cenário pós-eleições. Já defendemos aqui que pequenas ações e ativismos são fundamentais, nos posicionando contra o anúncio do <a href="http://formiga.me/bolsonaro-ativismo-e-a-formiguinha/">fim dos ativismos feita por Bolsonaro</a>. Não tenhamos medo de continuar indo para as ruas e existir nelas, como somos, com nossas ideias e projetos. Abertos ao outro e suas ideias e projetos.</p>
<p>Agora é, mais do que nunca, hora de estabelecer esse diálogo. De encarar o conflito para dissolvê-lo. De encontrar um meio termo. De não alimentar uma cultura de pânico. Pois se recuarmos, os intolerantes sentirão o cheiro do medo e avançarão. Se eles têm medo das diferenças, nós as amamos. Não recuaremos. Juntos somos fortes, pequenos somos importantes.</p>
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		<title>Conversas sobre medo da rua e o skate e na cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Carpegiani]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2017 12:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[D.R. Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[arte urbana]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[espaço público]]></category>
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		<category><![CDATA[skate]]></category>
		<category><![CDATA[transformação de espaço público]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lincoln Paiva e Baixo Ribeiro estreiam a nossa série de conversas com pessoas que vivem e discutem a cidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que é espaço público e o que é privado, e por que temos medo da rua? Como o skate transforma as ruas? Esses temas estreiam a nossa série de conversas com pessoas que vivem e discutem a cidade.</p>
<p>No primeiro vídeo de entrevista, falamos com o Lincoln Paiva, do <a href="https://institutomobilidadeverde.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Mobilidade Verde</a>, que trouxe a ideia dos <a href="http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/projetos-urbanos/parklets/" target="_blank" rel="noopener">parklets para São Paulo</a>. Ele fala sobre medo da rua e toda a cultura de medo que criamos em grandes cidades como SP. Além disso, questiona por que as pessoas evitam andar nas ruas e diz como poderíamos solucionar esse problema.</p>
<h3>Medo das ruas</h3>
<p><iframe width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/XKQYMUgZGRU?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O segundo vídeo foi gravado com o Baixo Ribeiro, ativista urbano, skatista e um dos criadores da galeria Choque Cultural, referência internacional em arte urbana. Ele fez a sua primeira intervenção na rua em 1975: era uma rampa de skate construída junto com amigos. &#8220;Transformar a cidade em um playground é o tema da minha vida&#8221;, conta.</p>
<h3>O skate e a cidade</h3>
<p><iframe width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/8jhYKqwcrm4?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Curta, compartilhe e se inscreva no <a href="https://www.youtube.com/c/formigame">nosso canal</a> para acompanhar nossos vídeos! Por aqui, seguimos <a href="http://formiga.me/conteudo/" target="_blank" rel="noopener">discutindo a vida na cidade</a>.</p>
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